A confusão que terminou com profissionais agredidos e duas crianças atingidas dentro de uma escola no bairro Laranjinha ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (11). A Secretaria de Educação de Criciúma se posicionou sobre o episódio, repudiou a violência e informou que está prestando suporte aos servidores envolvidos.
O caso aconteceu na tarde de quinta-feira (10), na Escola Municipal de Educação Básica Antônio Colombo. Tudo começou depois que uma aluna de 6 anos informou à professora que teria engolido o olho de uma boneca. Por precaução, a escola chamou a mãe para que a menina fosse encaminhada ao atendimento médico.
Segundo a Polícia Militar, ao chegar à unidade, a mulher de 33 anos teria se alterado e tentado entrar em uma sala. Uma funcionária de 51 anos teria sido agredida com socos e chutes. Na sequência, uma professora de 44 anos também teria sido atingida no rosto e agarrada pelo pescoço.
Outras funcionárias teriam sido agredidas ao tentar intervir. Duas crianças, de 6 e 7 anos, também acabaram atingidas durante o tumulto. O Conselho Tutelar foi acionado e os envolvidos com lesões receberam atendimento.
A mãe e a filha foram encaminhadas ao Hospital Santa Catarina. Posteriormente, a mulher foi localizada pela Polícia Militar na unidade hospitalar, recebeu voz de prisão e foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil. Conforme a Secretaria de Educação, a criança de 6 anos passa bem.
Confira a nota da Secretaria Municipal de Educação na íntegra:
”A Secretaria Municipal de Educação de Criciúma informa que a Escola Municipal de Educação Básica Antônio Colombo, no bairro Laranjinha, acionou a Polícia Militar na tarde de ontem após a mãe de uma criança agredir profissionais da unidade. A situação ocorreu após a equipe escolar comunicar à mãe que a criança seria encaminhada, por precaução, para atendimento médico, diante da suspeita de ingestão de uma pequena peça de brinquedo. A criança passa bem. A Secretaria de Educação repudia qualquer forma de agressão contra os profissionais da rede e está prestando o suporte necessário aos servidores envolvidos, além de acompanhar os desdobramentos do caso.”





