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Executivo de Treviso em horário de verão nas repartições públicas

Foi publicado pelo Executivo de Treviso o decreto que estabelece o horário de verão nas repartições públicas da administração direta e indireta do município. Desde o dia 2, o novo horário de funcionamento é das 7h às 13h. O objetivo é dinamizar as atividades administrativas e operacionais do Poder Executivo, minimizar os gastos e custos para o encerramento do exercício financeiro da…

Redação Foco Popular11/10/2023, 13:002 min de leitura
Executivo de Treviso em horário de verão nas repartições públicas

Foi publicado pelo Executivo de Treviso o decreto que estabelece o horário de verão nas repartições públicas da administração direta e indireta do município. Desde o dia 2, o novo horário de funcionamento é das 7h às 13h.

O objetivo é dinamizar as atividades administrativas e operacionais do Poder Executivo, minimizar os gastos e custos para o encerramento do exercício financeiro da administração sem prejudicar a produtividade e o atendimento dos serviços públicos nos órgãos e entidades da Prefeitura.

Confira mais informações:

Os serviços e atendimentos da Secretaria de Saúde ocorrerão da seguinte forma:

Policlínica: das 7h às 13h;
Unidade de Saúde Dilnei Sônego: das 8h às 20h através de revezamento de servidores.
A administração da Secretaria de Educação do Paço Municipal terá horário das 7h às 13h. As aulas, o transporte escolar, os serviços e atendimentos nas Escolas Municipais manterão o horário normal, conforme calendário escolar de 2023.

Os serviços externos da Secretaria de Viação, Obras e Serviços e da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, serão prestados das 6h às 12h. O atendimento da Secretaria de Assistência Social e Habitação será das 7h às 13h, porém as oficinas, continuarão nos mesmos horários.

A medida foi motivada considerando as constantes quedas na arrecadação do Município, em ocorrência nos últimos meses motivadas principalmente pela redução do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), da alíquota do ICMS, dos atrasos e falta de pagamentos da CFEM (Compensação Financeira pela Extração Mineral), devido a quedas da produção local e à greve desde maio/2023 da ANM (Agência Nacional de Mineração), entre outras. O aumento do preço de materiais para obras, dos combustíveis, dos produtos e insumos em geral ocorridos nos últimos tempos, o que elevaram consideravelmente os custos e despesas para a manutenção dos serviços públicos e que os repasses federais e estaduais não estão sendo suficientes para cobrir as despesas.

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