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Trabalhadores do Hospital Materno Infantil Santa Catarina, de Criciúma, entram em greve; O objetivo da paralisação é cobrar uma solução para problemas que vêm se arrastando há meses

Os trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, entram em greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira (06), a partir das 6h da manhã. Cerca de 320 funcionários atuam na instituição.No dia 05 de fevereiro, os trabalhadores já haviam realizado uma paralisação de algumas horas devido a problemas como atraso no repasse do vale-alimentação e do vale-transporte,…

Redação Foco Popular05/03/2026, 11:061 min de leitura
Trabalhadores do Hospital Materno Infantil Santa Catarina, de Criciúma, entram em greve; O objetivo da paralisação é cobrar uma solução para problemas que vêm se arrastando há meses

Os trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, entram em greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira (06), a partir das 6h da manhã. Cerca de 320 funcionários atuam na instituição.No dia 05 de fevereiro, os trabalhadores já haviam realizado uma paralisação de algumas horas devido a problemas como atraso no repasse do vale-alimentação e do vale-transporte, FGTS em atraso e falta de repasse dos descontos de empréstimos consignados às instituições financeiras.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cléber Ricardo da Silva Cândido, algumas reivindicações cobradas desde a paralisação de fevereiro seguem sem solução e sem resposta por parte do Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), instituição responsável pela administração do hospital.

Entre os problemas apontados pelos trabalhadores estão diferenças salariais no pagamento do complemento do piso da enfermagem, que estariam gerando prejuízo de cerca de R$ 300 na folha de pagamento de cada trabalhador, além da falta de repasse dos descontos de empréstimos consignados às instituições financeiras. Conforme o dirigente sindical, durante a greve o hospital deverá manter pelo menos 50% dos atendimentos, conforme prevê a legislação para serviços essenciais.

O objetivo da paralisação é cobrar uma solução para problemas que vêm se arrastando há meses e que impactam diretamente a vida dos trabalhadores”, afirma Cléber.

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